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Receitas da Helena - Blog de Comidas Típicas do Paraná


Chefe de Cozinha especializada em Comida Típica do Paraná, cuja proposta é apresentar a personalidade culinária sulista na Gastronomia do país. O bufê apresentado contém em si, a história dos pratos da região. Fortaleceu a presença do pinhão servindo o Imperador do Japão por duas vezes, em Brasília e em Curitiba, criando o prato Codorna do Imperador recheadas com pinhão.

À frente do Estrela da Terra ganhou com sua equipe vários prêmios, entre eles a Estrela do Guia Quatro Rodas pela Qualidade da Cozinha, também da Revista Veja e Revista Gula. Chef no restaurante do Clube Concórdia, foi premiada pelo governo alemão de Baden-Wurtembërg, para cozinhar com todas as despesas pagas durante 15 dias, a comida típica com pinhão em um Hotel Cinco Estrelas durante a Feira de Stuttgart, em janeiro de 2011. O convite foi feito por Richard Drautz, Ministro de Economia da Alemanha e reiterado por Hans Dieter Frey, Gerente do Departamento de Política e Comércio Exterior e pela Embaixada da Alemanha em Curitiba.

- Escritora de Gastronomia – Em seu primeiro trabalho contou a história do Paraná e o livro PINHÃO INDÍGENA foi levado à todas as bibliotecas do país, presenteado pela Fecomércio, que patrocinou a publicação da obra que fortalece a gastronomia paranaense, contada desde os indígenas passando pelos tropeiros até os imigrantes atuais. No atual trabalho O Pão da Verdade a ser publicado, descreve a história da chegada dos imigrantes ao Paraná, que trouxeram a multiplicidade de sabores aos pratos do Sul.

- Professora de Culinária - Ostenta o título de única chefe especializada em comidas com pinhão. O título propiciou o convite da FUPEF –Fundação de Pesquisas Florestais da UFPR para coordenar as Oficinas de Gastronomia dentro do Projeto Pinhão do Brasil, que visa a retirada da Araucária da Lista de Extinção, agregando valor à semente através da culinária. Os cursos são ministrados nos municípios que atuam no Turismo de visitação às Florestas de Araucárias das Rotas do Pinhão.

- Secretária Executiva de profissão, começou no Gabinete do Prefeito Jaime Lerner. Atuou também como Secretária da Presidência da Nutrimental, quando teve oportunidade de fazer pós-graduação em História da Alimentação na UFPR, compondo como Pesquisadora, o Grupo da História da Alimentação. Pesquisas sobre o Barreado, prato típico que representa o Paraná estão descritas em seu novo livro Pão da Verdade, a ser publicado.

Especializada também em Barreado, o prato que representa o Paraná.

Os Açorianos, judeus novos cristãos, trouxeram em 1720 a iguaria, entrando com seus navios por Antonina, no litoral paranaense em busca de ouro da primeira mina do Brasil, no Rio Ñundiaquara. Chamado de Adafeena, tem o cominho como tempero principal. Na Inquisição portuguesa, os padres católicos dos Açores faziam vista grossa para os costumes judeus, que guardavam os três sábados importantes da religião. “Eles se recusam a perder o hábito de comer a comida judaica de olleta de adafinas e manjares”, diziam eles, em uma alusão clara ao prato feito nos vapores quentes dos vulcões inativos, cuja panela após barreada a tampa com argila, descia nos buracos amarrada por cordas. Nas areias de Antonina panelas de barro foram presenteadas aos indígenas, ilhéus pescadores e ensinado a eles como deveriam ser enterradas nas valas contendo brasas, após a tampa ser barreada com grude de farinha e água, protegida por folhas de bananeiras para evitar a entrada da areia. O costume açoriano foi desta forma, preservado e permanece no fogo por 24 quatros horas rituais. O cozido judeu ganhou dos caiçaras uma vestimenta colorida de farinhas, laranjas, bananas e pimentas. Oferecido nas cidades de Paranaguá e Morretes, tornou-se prato típico do Paraná. Subiu a serra nos anos 90, e agora é servido também em Curitiba. A colônia judaica pode assim, festejar a comida de Abraão descrita no Leste Europeu como “chamin”, do hebreu arameu mencionado no Mishnah -Tratado del Shabbat, originado de "shelan", "o que descansa", numa menção a Deus que descansou no sétimo dia. Entre os judeus eslavos ashkenazi é chamado de Shalet. A simbología do judaísmo, é que nestes dias, a alma é sustentada por uma “alma extra”, um poder do fogo sagrado nascido do coração que a tudo ilumina!

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