DICAS CULINÁRIAS

ARROZ 

Ele foi meu primeiro escolhido, pois é meu preferido. Esta dica é simples, porém muito preciosa, de como fazer um arroz soltinho.

DICA

Faça como de costume, temperando com cebola ou com alho, na medida que sempre faz. O importante para soltar é após dourar o tempero, colocar o sal e fritar bem, somente depois colocar água. Adicionar na panela o grão sem lavar e com água fria, aprendi isto em uma escola de gastronomia. A medida da água também é fácil controlar: sempre coloque a água suficiente para cobrir o arroz, deixe cozinhar em fogo médio, depois de seco cubra novamente com água fria e deixe secar. 

O primeiro segredo para que o arroz fique solto e sequinho é a pré fritura com o sal e o alho “tostando” bem o arroz. Dividir a água é o segundo segredo. Ao adicionar a segunda medida, a água fará com que o grão inche e fique macio, sem grudar. Soltar com um garfo enquanto está quente, se necessário. A dica é válida para o arroz doce (fotos). Adicione metade de água, depois de cozido com o açúcar, adicione metade de leite e depois finalize como preferir. No Blog, postei estas das fotos.

 

RECEITA para 4 pessoas

2 copos de arroz

4 copos de água

3 dentes de alho esmagadinhos ou meia cebola batidinha na faca

Sal e Óleo à gosto

Aquecer bem uma panela no fogo médio, adicionar óleo e fritar o alho ou cebolas batidinhas na faca, até dourar. Adicionar o arroz ao alho crocante, colocar uma colher de sobremesa de sal comum e mexer muito bem. Adicionar água até cobrir o arroz. Após ferver, abaixar o fogo e cozinhar 15 minutos até evaporar a água. Cobrir novamente com água fria, por mais 15 minutos até amaciar o arroz. Controlar a água até o perfeito cozimento.

 

As fotos desta página são da dolcerita76.blogspot.com

LICOR DE ARAUCÁRIA - PINHEIRO DO PARANÁ 

Também os índios que aqui viviam eram muitos, e foram preciosos auxiliares das caravanas no reconhecimento da região. Conhecedores de plantas e raízes nativas tinham o pinhão como fruto sagrado, e dele se alimentavam”.  Assim os livros contam a história de Curitiba. Altamente calórico, ajudava a aquecer as noites frias da campina grande do Atuba. As nossas índias possuíam a receita de uma bebida chamada kiki feita com milho verde e pinhão, fermentados em cochos de madeira. A bebida foi substituída pela aguardente, após o surgimento das roças de cana. Nos dias atuais, a APRE-Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal, com a preocupação de obter mais um produto oriundo da Araucária Angustifólia, usando os avanços da tecnologia somou esforços com seus engenheiros florestais para criar o licor feito da acícula, substância química extraída da folha espinhosa desta magnífica planta eleita "Árvore Símbolo do Paraná". Apresentado em uma licoreira cujo formato lembra uma pinha, a produção e embalagem da bebida seguem uma linha artesanal. A exuberante cor verde do licor remete ao sabor intrigante, resguardando em poesia seu sabor exótico e delicado. Em Curitiba é vendido na Casa do Fumo, no calçadão da Saldanha Marinho, perto da Catedral.

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now